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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Thunderbird 5.0 disponível para Ubuntu (inclusive versões mais antigas)

Enquanto o time de desenvolvimento da Canonical discute a possibilidade de usar oThunderbird como leitor de emails padrão do Ubuntu, já está disponível um novo repositório para a versão 5.0 que pode ser usado em várias versões do Ubuntu.
Muito embora ainda não tenha sido oficialmente lançado, o Thunderbird 5.0 já está disponível em um repositório (PPA) para o Ubuntu, nas versões 11.04, 10.10 e 10.04. Ou seja, mesmo que você esteja usando uma versão mais antiga do Ubuntu (como é o caso de algumas empresas, por exemplo) ainda poderá ter a última versão do Thunderbird para download.
Para adicionar o repositório e baixar a versão 5.0 do Thunderbird, execute os comandos abaixo no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:mozillateam/thunderbird-stable
sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade
Nesse mesmo PPA você também encontra a última versão da extensão Lightning, que é compatível com o Thunderbird 5. Para instalar, use o comando abaixo:
sudo apt-get install xul-ext-lightning
E pronto. :)
A versão final do Thunderbird 5.0 traz, além da correção de bugs de praxe, uma série de novidades, como um novo gerenciador de complementos (no mesmo estilo do Firefox), abas que podem ser reorganizadas e arrastadas para diferentes janelas, e um novo wizard para criação de contas. Para conhecer todas as novidades, não deixe de ler as notas de lançamento.
Se você gosta de gerenciar diversas contas de email em um único aplicativo, o Thunderbird 5é uma ótima opção.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Conheça serviço gratuito que permite compartilhar área de trabalho na web


Versão gratuita da ferramenta permite troca de mensagens e arquivos. Deixe suas dúvidas e sugestões na área de comentários.


Ronaldo PrassEspecial para o G1*

oin.me é um serviço de compartilhamento da área de trabalho na internet  (Foto: Reprodução)Existem situações em que pode ser necessário compartilhar a área de trabalho do PC com outros contatos. Essa é uma prática muito comum entre os técnicos de informática que precisam resolver algum problema a distância. Nesses casos, além de poderem visualizar o desktop através da rede, também é necessário contar com a possibilidade de operar o computador como se estivesse presencialmente.

Mas, para usuários em geral, essa facilidade é uma grande aliada em sessões de estudo e reuniões. Que tal conhecer um software que permite tal funcionalidade, inclusive para tablet ou smartphone? Nesta coluna, irei apresentar o join.me, um serviço gratuito disponível na internet, que permite compartilhar a área de trabalho com outros contatos sem que seja preciso ter algum software instalado e grandes conhecimentos em informática.
O serviçoPara usar o serviço é preciso acessar o site do desenvolvedor. A tela inicial é bem simples: o usuário pode criar um compartilhamento e disponibilizá-lo aos contatos desejados ou informar o código de compartilhamento que permitirá a visualização da área de trabalho que está sendo compartilhada.
Página inicial do join.me (Foto: Reprodução)
Se a opção for criar um novo compartilhamento, clique em “Share” e, em instantes, o sistema irá solicitar a execução de um applet em Java. Nesse caso, é preciso ter instalado no PC oJRE para que o aplicativo de compartilhamento possa ser executado corretamente. Em alguns instantes, dependendo da velocidade da conexão, o player do join.me será executado e irá fornecer um código de acesso para autorizar o compartilhamento. Após a geração do código, basta enviá-lo aos contatos que irão visualizar a área de trabalho.

Código de acesso para compartilhamento gerado pelo sistema (Foto: Reprodução)

Para que a área de trabalho seja visualizada, bastará apenas informar o código de acesso no site do join.me preenchendo o campo “join”.

Acessando a área de trabalho remota pelo navegador (Foto: Reprodução)

Usuários de smartphones com o sistema operacional Android e usuários que possuírem o iPhone/iPad poderão baixar o aplicativo gratuitamente, que permitirá acessar mais rapidamente as áreas de trabalho que forem compartilhadas.

Visualizando a área de trabalho remota diretamente no navegador (Foto: Reprodução)


A versão gratuita do programa também permite a troca de mensagens instantâneas através de um chat, compartilhamento do controle do PC, troca de arquivos e múltiplos monitores.
O join.me é uma ferramenta simples, mas pode ser extremamente útil para quem necessita de compartilhamento de área de trabalho sem grandes complicações.
* Ronaldo Prass é programador de sistemas sênior e professor de linguagens de programação em cursos de extensão universitários. É ao mesmo tempo um entusiasta do software livre e macmaníaco. Nem por isso deixa de conferir o que está rolando nas outras tecnologias. Na coluna “Tira-dúvidas”, ele vai dar dicas para tornar o uso do computador mais fácil e divertido, além de responder as dúvidas dos leitores na seção de comentários.
Fonte:
  http://g1.globo.com/tecnologia

sábado, 2 de abril de 2011

Como um computador faz cálculos pelo sistema binário?

Descubra como seu PC realiza os cálculos para processar os dados que suportam o seu dia a dia.


 

Os computadores utilizam o sistema binário para realizar cálculos durante o processamento de dados, enquanto os seres humanos usufruem do sistema decimal para fazer contas. Apesar de terem relação, esses sistemas funcionam de forma bem diferenciada.
Você não sabe como uma máquina consegue “pensar” com tanta agilidade e eficiência? O Tecmundo explica de maneira descomplicada como os bits são processados pelo seu PC. Ligue a calculadora e resgate alguns conceitos de matemática que você aprendeu na escola para fazer descobertas fantásticas!

A diferença entre o cálculo humano e computacional

Usando os dedos das mãos

O sistema decimal é um método de numeração de posição com base dez, no qual são utilizados os algarismos indo-arábicos (0 até 9). Essa técnica serve para a contagem de unidades, dezenas, centenas, entre outras casas decimais (lembre-se daquela tabela que sua professora de matemática da 5ª série explicou).

Algarismos compostos pelo sistema decimal possuem um valor diferente de acordo com a sua posição. No número 528, por exemplo, o primeiro algarismo vale 500, o segundo 20 e o terceiro 8. Assim, temos a seguinte estrutura:

528 = (5 x 100) + (2 x 10) + (8 x 1)

Se transcrevermos essa fórmula para a base dez, ela ficará desta forma:


528 = (5 x 102) + (2 x 101) + (8 x 100)

Segundo levantamentos históricos, esse sistema de numeração foi adotado pelo homem devido à quantidade de dedos que temos nas mãos – únicos recursos que o homem primitivo tinha para contar as frutas colhidas, os integrantes do grupo ou os animais abatidos para sua alimentação.

Um ou outro

Por sua vez, o sistema binário representa os valores com apenas dois algarismo: 0 (zero) ou 1 (um) – ou seja, esse método possui base dois. Essa forma de cálculo, sendo auxiliada pela lógica booleana, é mais simples para a execução das máquinas.
O modo mais fácil para você transcrever um número inteiro do sistema decimal para o binário é dividi-lo por dois, anotar o restante (0 ou 1), pegar o quociente e dividi-lo novamente por dois. Faça esse mesmo processo até que o quociente final seja 1 (obrigatoriamente, a última conta deverá ser 2 ÷ 2). Para montar o numeral binário considere o algarismo 1 (essa é uma regra do cálculo) e depois siga a ordem de zeros e uns de baixo para cima.
Retomando o exemplo anterior, na base dois o número 528 seria construído conforme abaixo:


Portanto, o número 528 pode ser representado no sistema binário como 1000010000. Para o procedimento inverso, você deve selecionar separadamente cada dígito e contar sua posição. A unidade vale 1, a dezena vale 2, a centena vale 3 e assim por diante. O valor dessa posição será usado como o expoente da potência de base dois que orienta o cálculo. Usando o exemplo anterior, temos:


Some os valores obtidos para obter o valor no sistema decimal. Sendo assim, o número binário 1000010000 corresponde a:

512 + 16 = 528

Existem outros sistemas de numeração, como o octal (que usa oito símbolos para representar quantidades) e o hexadecimal (o qual utiliza seis letras, além dos algarismos indo-arábicos, para completar os cálculos). Ambos os métodos são usados na informática para a programação em linguagem de máquina.
Ressaltamos que o sistema binário possui operações de soma, subtração, multiplicação e divisão. Além disso, ele contempla valores fracionários (números que possuem valores depois da vírgula) e negativos – os quais são definidos pelo programador no momento da codificação do software.
Não nos aprofundamos nesses assuntos porque acabaríamos fugindo do escopo do artigo, tornando-o muito complexo para um primeiro contato do público leigo. Caso você tenha interesse no sistema binário, procure por conteúdo mais técnico na internet e aumente seu repositório de conhecimento.



Depois da teoria devidamente exposta, nada melhor do que praticar. Você pode usar uma calculadora binária para facilitar o processo. O MyCalc2 e a Calculadora Online são alternativas para você realizar cálculos em um piscar de olhos!

O interruptor do PC

Usando a operação de apenas dois dígitos ou estados da álgebra booleana (sim ou não, verdadeiro ou falso, ligado ou desligado e 0 ou 1, por exemplo), o sistema binário permite que os computadores processem dados com maior efetividade.
Qualquer valor diferente desses dois algarismos será desprezado pela máquina, fato que promove maior confiabilidade aos cálculos. Isso é uma grande vantagem em relação aos mecanismos que processam informações de maneira analógica, os quais são mais suscetíveis a “ruídos” (em outras palavras, distorções na transmissão de dados).
Aliado à lógica booleana, o sistema binário permite representar números, caracteres ou símbolos, e realizar operações lógicas ou aritméticas por meio de circuitos eletrônicos digitais (também chamados de portas lógicas).


O sistema operacional do PC identifica as combinações numéricas através do valor positivo ou negativo aplicado pelo programador aos zeros e uns do programa em execução. Assim, a leitura dos códigos binários funciona como um interruptor: quando o computador identifica o 1, a luz acende; ao se deparar com o 0, a luminosidade é apagada (são feitas milhares de leituras por segundo!).
Por meio desses sinais, a máquina pode realizar os cálculos e processamentos necessários para transformar o conteúdo codificado em um formato que possamos compreender – seja texto, imagem ou som.
Todos os softwares são codificados e armazenados com base no sistema binário. Isso significa que, se pudéssemos abrir o disco rígido do computador e ler o que está escrito nele, veríamos uma lista, aparentemente, interminável de zeros e uns.

Bits e Bytes

É válido lembrar que, na área computacional, um dígito binário (0 ou 1) é chamado de bit. O agrupamento de oito bits é denominado byte, o qual compõe os kilobytes, megabytes, gigabytes, entre outras notações que tanto vemos no mundo da tecnologia.


O ASCII (American Standard Code for Information Interchange) é a codificação de caracteres de oito bits usada pelos computadores para a representação textual. É por meio dos códigos ASCII que o PC reproduz 256 caracteres, dentre os quais a maioria é usada na redação e processamento de texto – são as letras que usamos para escrever em editores, como o Word.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9424-como-um-computador-faz-calculos-pelo-sistema-binario-.htm#ixzz1IO5VAUz4





 


terça-feira, 29 de março de 2011

Orkut: O guia definitivo

Criada 11 dias antes do seu maior concorrente, a rede social Orkut , criada pelo programador turco Orkut Büyükkökten, começou a fazer sucesso no Brasil no mesmo ano de seu lançamento, em 2004. Na época, apenas em inglês, o site só permitia o ingresso de novas pessoas quando estas mesmas fossem convidadas por seus amigos que já estivessem cadastrados na rede. E foi este sistema, com este caráter de exclusividade e de clube privativo que fez o Orkut ser o que ele é hoje.
Com a popularização acelerada, não foi difícil ouvir os termos usado na rede, em inglês, caindo na boca do povo. Frases como "Me manda um scrap", "Manda por testimonial" ou "Cria um post na comunidade" podiam ser ouvidas em qualquer mesa de bar, mesmo o Orkut tendo disponibilizado sua versão em português pouco mais de um ano depois de sua criação.


Orkut (Foto: Reprodução/Orkut)
O Orkut revelou-se um espaço social de livre expressão e opinião, o que fez nascer muitas boas ideias e trocas de conhecimento. Por outro lado, a livre expressão também fez surgir comunidades incentivando a pirataria, o bullying, o racismo e a pedofilia. Algumas torcidas organizadas, inclusive, chegavam a marcar brigas em tópicos de suas comunidades. A questão fez com que a justiça brasileira (assim como a de vários outros países) começasse a considerar essas postagens como provas de crimes.
Hoje, ainda mantendo o posto de maior rede social do Brasil, o Orkut se vê obrigado a oferecer novas funcionalidades e mudanças no visual para conseguir deter a migração de seus usuários para o Facebook, rede social que é sucesso em todo o mundo. Para isso, o Google utilizou-se de vários recursos disponibilizados por sua concorrente, como a ferramenta de bate-papo, a integração de aplicativos, a adoção do sistema de murais e, na última mudança, a funcionalidade "Gostou?", muito parecida com o "Curtir".
Se você já é adepto desta rede social, confira abaixo o nosso Guia Definitivo do Orkut com todos os tutoriais cadastrados aqui no TechTudo. Fique ligado pois esta lista continuará crescendo. Aproveite também para participar da comunidade do TechTudo no Orkut. E se você não é adepto, está esperando o quê? Confira os primeiros passos e aprenda a criar a sua conta na maior rede social do Brasil.


Primeiros passos


Dicas e truques

- Aprenda a transferir álbuns inteiros do Orkut para o Facebook automaticamente;

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