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sexta-feira, 1 de julho de 2011

IBM desenvolve novo chip de memória

Memória é 100 vezes mais rápida, e mais durável que a memória Flash


Memória “instantânea” deve estar no mercado em 2015

Memória “instantânea” deve estar no mercado em 2015

Apenas alguns dias depois de comemorar o centésimo aniversário da IBM, seus engenheiros voltaram à velha prancheta e desenvolveram um novo tipo de memória que pode substituir nossos velhos cartões e drives USB, que ainda confiam na memória flash.
Do mesmo jeito que a memória Flash, a nova memória é do tipo Phase Change Memory (PCM – memória de mudança de fase, que usa ligas de metal capazes de passar por vários estados físicos (fases) a partir de estímulos elétricos. O problema com as memórias atuais é que essa liga metálica tende a se desgastar com o tempo e causar erros de leitura ou de gravação.
A nova memória é mais durável, permitindo alguns milhões de ciclos de leitura e gravação (contra apenas alguns milhares da memória flash).
Essa não é a única vantagem. Além de durável, a memória é rápida – cerca de cem vezes mais rápida do que a memória flash – e com uma capacidade de armazenamento maior. Cada célula das memórias atuais permite a gravação de apenas um bit de dados. A liga desenvolvida pela IBM permite a gravação de até 4 bits por célula, o que é realmente revolucionário.
Os usos para a nova memória são os mesmos da memória Flash, e ela deve começar a invadir nossos gadgets por volta de 2015.
Fonte: Engadget

Microsoft coloca Office nas 'nuvens'

Nova versão do Microsoft Office permite usar programas como Outlook, Excel e SharePoint diretamente na internet.


Objetivo da Microsoft é recuperar o terreno perdido para o Google

Objetivo da Microsoft é recuperar o terreno perdido para o Google

A Microsoft lançou neste terça-feira (28) a versão online do seu pacote de softwares Microsoft Office voltada para o mercado corporativo.
A nova versão, intitulada de Office 365, leva alguns dos principais programas da empresa, como o Outlook (e-mails), o Excel (planilhas), e o SharePoint (ferramentas colaborativas), para a computação em nuvem.
Sendo assim, o usuário agora poderá usar os programas diretamente na internet, sem precisar instalá-los no computador, eliminando preocupações como o espaço físico no datacenter, gerenciamento de capacidades de armazenamento de dados e atualizações.
O objetivo da Microsoft é recuperar o terreno perdido para o Google, que roubou uma pequena, mas preocupante, fatia de seus clientes corporativos com alternativas mais baratas e exclusivamente online.
O Office 365 foi lançado em 38 países, mas o Brasil por enquanto está de fora. Segundo a assessoria de imprensa da companhia, o pacote deve chegar ao país na segunda “onda” de lançamentos, ainda sem data marcada.
Fonte: Reuters

Mundo High Tech: Confira as novidades de tecnologia

A BBC Brasil apresenta o Mundo High Tech, onde você confere alguns dos destaques da tecnologia da semana.






No mundo das redes sociais, o Google anunciou uma investida para concorrer com o Facebook, o Google+.
O novo serviço por enquanto está disponível apenas para um grupo pequeno de usuários. Ele permite compartilhar fotos, mensagens e ajuda a organizar os contatos em grupos.
Microsoft Office
A Microsoft acredita que disponibilizar o Office é uma forma de combater a concorrência
Outro destaque é um relatório da consultoria de pesquisa IDC, que prevê que o número anual de lançamentos de aplicativos para equipamentos móveis deve saltar de 10,7 bilhões em 2010 para quase 183 bilhões em 2015.
Também no Mundo High Tech, você fica sabendo que o popular conjunto de softwares Office da Microsoft deve em breve ficar disponível online. Isso significa que não será mais necessário instalar programas de email, processador de texto ou planilhas no seu computador.
E, nos Estados Unidos, a Suprema Corte derrubou uma lei da Califórnia que proibia a venda ou aluguel de videogames violentos para menores de 18 anos.

Especialistas descobrem rede 'indestrutível' de 'computadores zumbis'

Especialistas em segurança descobriram uma rede de "computadores zumbi" - também chamada de "botnet" - que infectou mais de 4 milhões de computadores e é quase "indestrutível".


(arquivo - BBC)


A rede "botnet" - termo que define uma série de computadores infectados e controlados remotamente por meio de um vírus - conhecida como TDL tem como alvo as máquinas que usam o sistema operacional Windows e é muito difícil de ser detectada e fechada. 

O código que sequestra os computadores para o uso nessa rede se esconde em locais em que os programas de segurança raramente fazem buscas. Além disso, a rede é controlada com um sistema de criptografia criado exclusivamente para ela.
Cerca de 4,5 milhões de computadores foram infectados por esta rede "botnet" nos últimos três meses, depois do surgimento de uma quarta versão do vírus TDL.
Recentes fechamentos de outras redes semelhantes fizeram com que os controladores da rede TDL a tornassem mais difícil de investigar.
Os pesquisadores Sergey Golovanov e Igor Soumenkov fizeram uma análise detalhada do vírus e escreveram um relatório para a companhia de segurança Kasperky. Segundo eles, as mudanças do TDL-4 fizeram com que essa versão do vírus serja a "ameaça mais sofisticada da atualidade".
"Os donos do TDL estão, essencialmente, tentando criar uma botnet 'indestrutível' que é protegida contra ataques, competidores e companhias de antivírus", escreveram os especialistas.
Armadilhas
Recentes operações recentes e bem-sucedidas de companhias de segurança online e de ciberinvestigadores alvejaram as redes "botnet". Com isso, o nível de envio de spam caiu cerca de 75%, segundo análises da Symantec.
No caso das redes "botnet", além de permitir o uso remoto dos computadores infectados, os controladores dessas redes também roubam informações dos computadores das vítimas ou usam esses computadores para enviar spam ou fazer outros ataques.
O vírus TDL, por sua vez, se espalhou por meio de sites com armadilhas e infecta um computador ao explorar seus pontos vulneráveis. O vírus foi encontrado em sites de pornografia e filmes piratas, além de sites que deixam os usuários guardar vídeos e arquivos de imagem.
A maioria das vítimas do vírus (28%) está nos Estados Unidos, mas há também usuários infectados na Índia (7%) e na Grã-Bretanha (5%). Cerca de 3% foram encontrados na França, na Alemanha e no Canadá.
"Para todos os interesses e propósitos, (TDL-4) é muito difícil de remover", afirmou Joe Stewart, diretor de pesquisa na Dell SecureWorks. "É, definitivamente, uma das 'botnets' mais sofisticadas que existe."
No entanto, toda a sofisticação da TDL-4 pode ajudar na tentativa de derrubá-lo, segundo os pesquisadores da Kaspersky, que encontraram problemas em seu código complexo.
Os problemas permitem que os pesquisadores sondem as bases de dados, para saber quantas infecções do TDL-4 ocorreram, e também ajudam os especialistas a investigar quem são os criadores da rede.

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Governo e teles entram em acordo sobre plano de banda larga


Segundo ministro, termo de compromisso será assinado ainda nesta quinta.
Acordo saiu após governo abrir mão da exigência de metas de qualidade.



O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta quinta-feira (30) que o governo entrou em acordo com as teles sobre a proposta do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende levar internet com velocidade de 1 Mbps para todo o país, com custo de R$ 35 ao mês para os assinantes. Por enquanto, as concessionárias Oi e Telefônica aderiram ao programa.

Segundo o ministro, os últimos detalhes do acordo ainda estão sendo discutidos, mas o termo de compromisso vai ser assinado nesta quinta-feira e publicado em uma edição extra do Diário Oficial da União.

Para que o acordo saísse, o governo teve que abrir mão da exigência de que as teles cumprissem com metas de qualidade do serviço, demanda feita pela presidente Dilma Rousseff.


Bernardo informou, porém, que até outubro a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve aprovar a regulamentação que prevê qualidade mínima para a internet brasileira, tanto fixa quanto móvel, e que valerá também para o PNBL. As regras devem valer a partir de 2012.


“A presidente Dilma está muito preocupada com isso, mas depois nós mostramos para ela que já há em tramitação na Anatel dois regulamentos de qualidade mínima na internet fixa e na móvel. Ela leu os termos em que está colocada a questão e achou satisfatório”, disse o ministro.


Ainda de acordo com ele, foi mantido no acordo do PNBL a previsão de sanções caso as teles não cumpram com as metas de oferta do serviço.
Em janeiro, o ministro das Comunicações que o governo iria remunerar estatais, empresas privadas e governos estaduais pelo uso de cabos de fibra ótica no âmbito do Plano Nacional de Banda Larga. A Telebrás, estatal responsável por executar o programa, teria de usar as redes de fibra ótica para realizar a universalização da internet.
Meses depois, no início de junho, o ministro destacou que o início da oferta de internet "nas cidades média, de interior", dependeria de investimentos, sobretudo da iniciativa privada, em redes de fibras óticas. “Se não fizer investimento, não tem como oferecer no Brasil inteiro. Por isso eu digo que será progressivo”, disse.
Quando o plano foi lançado, no ano passado, uma das expectativas era disponiblizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014. O custo da tarifa estava cotado em R$ 15, para o plano com incentivos, com velocidade de até 512 kbps (quilobits por segundo) e com limitação de downloads e de R$ 35 para o plano comum, com velocidade de 1 Mbps. As mensalidades dos planos de 1 Mbps oferecidos hoje pela 
maioria das operadoras custam a partir de R$ 39,90, considerando os preços de São Paulo.